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Anvisa emite alerta sobre os perigos da automedicação

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Em meio à pandemia, muito tem se apostado nas vacinas e em medicamentos para combater a COVID-19

No entanto, a automedicação tem atraído a preocupação dos especialistas, e nesta terça-feira (6), a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) fez um comunicado ressaltando os perigos de se medicar sem a prescrição feita por um médico.

“É preciso que as pessoas se conscientizem dos riscos reais dessa prática, que pode causar reações graves, inclusive óbitos”, alertou a agência em comunicado. A Anvisa acrescentou que a avaliação é feita a partir de critérios técnico-científicos, de acordo com o paciente e o conhecimento da doença: “Todo medicamento apresenta riscos relacionados ao seu consumo, que deve ser baseado na relação benefício-risco. Ou seja, os benefícios para o paciente devem superar os riscos associados ao uso do produto”.

Justamente considerando essa questão, a Organização Mundial da Saúde (OMS) fez uma projeção de que mais de 50% de todos os medicamentos são prescritos, dispensados ou vendidos de forma inadequada, e que pelo menos 50% dos pacientes não fazem uso correto da medicação.

Concentrada na identificação de novos riscos, a Anvisa afirmou que é imprescindível que profissionais de saúde e cidadãos notifiquem as suspeitas de eventos adversos, mesmo sem ter certeza da associação com o medicamento. “A qualidade dos dados inseridos no sistema é fundamental para subsidiar a análise pelas equipes especializadas. É importante identificar o produto e informar o fabricante e o número do lote”, apontou a agência.

É bom lembrar, também, de medicamentos que não possuem respaldo científico (pelo menos por enquanto) que justifique uma eficácia contra a COVID-19. É o caso da Ivermectina, por exemplo, que ainda não teve eficácia comprovada pela ciência. Recentemente, a OMS se posicionou sobre seu uso no tratamento da infecção causada pelo novo coronavírusa: “Nossa recomendação é não usar ivermectina para pacientes com COVID-19, independentemente do nível de gravidade ou duração dos sintomas”. A própria Anvisa também já se pronunciou sobre o assunto.

 

 

 

 

 

Fonte: Canaltech 06.04.2021

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