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Pharma InnovationEmpresas & Negócios InternacionalNegócios crescem e Visiott prevê fábrica no Brasil

Negócios crescem e Visiott prevê fábrica no Brasil

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O setor farmacêutico já faz a contagem regressiva para adequar, até 31 de dezembro, seus processos ao plano de implementação da rastreabilidade e serialização de medicamentos.

E essa demanda impulsiona as operações da VISIOTT. A empresa turca, que fincou bandeira no Brasil no início deste ano, fechou contratos com grandes indústrias farmacêuticas nos últimos dois meses e abrirá, nos próximos anos, uma planta fabril para montagem de equipamentos.

Farmacêuticas da América Latina, de mercados como Argentina, Uruguai e Equador, também estão em negociações com a companhia. Atualmente, a empresa já conta com uma base técnica em Anápolis (GO), voltada a atividades de suporte e pós-venda para peças e reposições.

“Como responsável pela implementação dos primeiros sistemas de rastreabilidade de medicamentos em nível global, há mais de dez anos na Turquia, a VISIOTT está atraindo especialmente fabricantes, importadores e operadores logísticos baseados no país”, comenta Flavio Silveira, gerente de vendas para o Brasil. Distribuidores de medicamentos também estão no radar.

Com projetos implementados para mais de 100 clientes na Europa e na Ásia, a companhia quer ganhar espaço no Brasil com a proposta de ter equipamentos de excelente qualidade, já validados em cerca de 20 países, com o menor custo de implantação e configuração com padrões internacionais. “Dispomos de soluções turnkey, atuando nos níveis 1 a 3 da rastreabilidade (hardware e software). Além disso, graças à robustez do nosso software Plant Manager e nossa experiência em vários países, conseguimos viabilizar comunicações diretamente com a Anvisa, com distribuidores e hospitais (vertical e horizontal), ou ainda com qualquer empresa que estiver no nível 4 conforme for a escolha do cliente”, ressalta.

Incertezas da Anvisa

Mesmo com o cronograma da rastreabilidade definido, o canal farma está com sinal de alerta ligado em função da ausência de Instrução Normativa final da Anvisa. Em mais uma reunião da Diretoria Colegiada, realizada no último dia 4 de novembro, diretores da agência voltaram a pedir vistas do texto final e a discussão só será retomada até dezembro.

A rastreabilidade e a serialização integram o Sistema Nacional de Controle de Medicamentos (SNCM), regido pela Lei 13.410/2016, e entrarão em vigor em abril de 2022. Mas até o fim de dezembro de 2020, as empresas devem elaborar um plano de implementação da serialização e comunicação de registros de rastreabilidade de medicamentos ao SNCM, submetendo ao portal da agência.

“Já são 11 anos de debates, o que naturalmente gera apreensão do setor. Mas estamos registrando uma crescente procura à medida que o prazo se aproxima, como também estamos dando suporte aos clientes na elaboração de seus planos de implementação”, conclui.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Panorama Farmacêutico 16.11.2020 

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