Chemyunion PHI 0820
Visit Us On TwitterVisit Us On FacebookVisit Us On LinkedinVisit Us On Instagram
Pharma InnovationRadarAs 10 maiores indústrias farmacêuticas do Brasil em 2020

As 10 maiores indústrias farmacêuticas do Brasil em 2020

  • Written by:

A liderança no ranking das dez maiores indústrias farmacêuticas do Brasil não mudou de mãos. Mas o top 10 apresentou mudanças importantes nas posições seguintes e passou a contar com uma nova integrante.

Os dados são da IQVIA, considerando os últimos 12 meses até novembro.

Fonte: IQVIA, PM Mix, base Nov’20, canal varejo

Líder

A indústria farmacêutica campeã em faturamento é a EMS. A companhia ainda não fechou os números do ano, mas já prevê superar as cifras de R$ 5,6 bilhões alcançadas em 2019. O crescimento em vendas na casa dos 20%, acima da média do setor, estimulou a empresa a antecipar investimentos de R$ 5 milhões na linha de produção.

A receita destinada à divulgação institucional também saltou de R$ 60 milhões para R$ 100 milhões. Para 2021, a aposta está na ampliação do parque fabril de Hortolândia e em uma nova unidade de produtos oncológicos injetáveis.

Nova vice-líder

Já a segunda posição tem novo dono. A Eurofarma ultrapassou o Aché com forte apelo em inovação. No ano passado, a farmacêutica realizou seu primeiro aporte financeiro no segmento de beleza, por meio do fundo de investimentos Neuron Ventures. A bola da vez é a JustForYou, startup que utiliza algoritmos e inteligência artificial para desenvolver fórmulas personalizadas para xampus e condicionadores.

A companhia também foi a primeira do setor farmacêutico a lançar uma plataforma de e-commerce para venda e pesquisa de medicamentos. Outra que subiu de posto foi a Cimed, que passou do sexto para o quarto lugar.

Nova estrangeira

Da lista total de indústrias farmacêuticas, apenas três são estrangeiras. Mas até 2019 eram duas – a Sanofi (5ª colocada) e a Johnson & Johnson (9ª) ganharam a companhia da Takeda (10ª). A companhia japonesa tem sólida atuação no segmento de OTC, com marcas como Dramin e Neolsaldina. O Brasil responde por 83% do volume global de vendas dessa categoria, que está sendo adquirida pela Hypera Pharma em uma negociação de US$ 825 milhões.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Panorama Farmacêutico 16.01.2021

Comments are closed.

Parceiros