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Farmacêuticos se destacam na era da prestação de serviços

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A conveniência de ofertar serviços de saúde a uma população que, em grande parte, nunca teve acesso a esses serviços, desperta o interesse dela pelo trabalho executado pelo farmacêutico, ao passo que desperta também nas pessoas o autocuidado

No dia 20 de janeiro celebra-se o Dia do Farmacêutico, profissional que, cada vez mais, tem diversos motivos para comemorar. Especialmente em tempos de pandemia, os colaboradores do setor, com destaque para o varejo farma, ganharam ainda mais força na cadeia da saúde, se tornando um alicerce importante para os pacientes, seja no esclarecimento de dúvidas ou na adesão ao tratamento.

Confira a seguir, mensagens de nomes importantes do setor, para todos os farmacêuticos:

Pague Menos

“O farmacêutico mostrou-se fundamental na pandemia de Covid-19, estando na linha de frente, promovendo informações, auxiliando nos tratamentos e encaminhando os casos mais complexos para as áreas responsáveis pelo desfecho clínico. Em suma, devido a estas conexões com diversas áreas, o farmacêutico tornou-se um profissional superestratégico no ecossistema de saúde brasileiro. Orgulho-me de ser farmacêutico e participar da construção desse profissional 4.0 que evoluiu e consegue ser health, tech e, principalmente, human”, diretor de Serviços Farmacêuticos da Pague Menos, Albery Dias.

CRF-SP

“Esperamos que os farmacêuticos estejam preparados para trabalhar com as novas tecnologias disponíveis em saúde e que utilizem seus conhecimentos e as ferramentas disponíveis para oferecer cada vez mais seus cuidados aos pacientes. Acreditamos que o cuidado ofertado ao paciente, aliado à criatividade e à atuação ética será o diferencial na sua valorização como profissional”, vice-presidente do Conselho Regional de Farmácia do Estado de São Paulo (CRF-SP), Dr. Marcelo Polacow.

Ascoferj

“Nesta data especial em que comemoramos o Dia do Farmacêutico, desejo que todos desenvolvam a sua criatividade, uma palavrinha simples, mas que faz a diferença no dia a dia do profissional que atua no varejo. Ser criativo é essencial para mudar ou melhorar o cenário profissional. Uma síntese perfeita é a junção do conhecimento técnico com o talento e essa é a fórmula para transformar as dificuldades em oportunidades e alcançar os melhores resultados”, farmacêutica especialista em Assuntos Regulatórios da Associação do Comércio Farmacêutico do Estado do Rio de Janeiro (Ascoferj), Betânia Alhan.

Ponto Care

“O futuro da profissão farmacêutica dentro de farmácias e drogarias irá se modificar muito. O profissional que se dedica, investe na qualificação, que gosta do trato com os clientes/pacientes e que realmente se preocupa com os resultados em saúde, com toda a certeza será muito requisita do e valorizado. Então, minha mensagem para o profissional farmacêutico é a de preparo. Busque oportunidades que estejam relacionadas. Faça cursos e especializações voltadas ao assunto. Procure entender e se adaptar às dinâmicas da oferta de saúde nas salas. Busque relacionamento com o máximo de profissionais de saúde do seu ecossistema. Diferencie-se! O reconhecimento e a valorização profissional serão uma consequência”, CEO da Ponto Care, Guilherme Torres.

Fonte: Guia da Farmácia 21.12.2022

Grupo da Unifesp desenvolve protocolo para impressão 3D de células cerebrais

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Um grupo de pesquisadores da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) desenvolveu um protocolo para a impressão em três dimensões (3D) de células neurais.

A chamada biotinta é composta de polímeros naturais que permitem aos astrócitos, um tipo de célula cerebral, sobreviver por pelo menos 14 dias em laboratório depois de passar por uma impressora 3D. O procedimento resulta num modelo mais parecido com o tecido neural do que os obtidos pelos protocolos atuais, em que as células são cultivadas em duas dimensões.

“No organismo, as células são tridimensionais. Mas quando cultivadas em laboratório têm plástico embaixo e meio de cultura em cima [conjunto de substâncias que permitem a sobrevivência e a proliferação celular]. Isso é muito distante da organização natural do tecido ou do órgão, em que elas estão arranjadas de maneira tridimensional. A biotinta que desenvolvemos tenta reproduzir a relação da célula com o microambiente e com outras células. É um sistema intermediário entre a cultura 2D e experimentos com animais”, explica Marimélia Porcionatto, professora da Escola Paulista de Medicina (EPM-Unifesp) e coordenadora do estudo.

Os astrócitos têm papel fundamental em diversos processos do cérebro, inclusive em doenças que afetam o sistema nervoso central. O procedimento padronizado pelas pesquisadoras da Unifesp pode ser adaptado para estudar outros tipos celulares e atualmente está sendo aplicado pelo grupo para analisar astrócitos e neurônios infectados com o vírus SARS-CoV-2, causador da COVID-19, no âmbito de outro projeto financiado pela FAPESP.

“Estamos testando diferentes biomateriais que sejam compatíveis com células do tecido neural, não apenas astrócitos, mas neurônios e células-tronco neurais. A bioimpressão é uma técnica bastante recente na engenharia de tecidos e, ainda mais os neurais, compostos por células mais sensíveis. Por isso, esse protocolo será útil tanto para quem quer trabalhar com astrócitos e outras células do cérebro quanto com outros tipos celulares”, conta Bruna Alice Gomes de Melo, primeira autora do trabalho, realizado durante seu pós-doutorado na EPM-Unifesp.

O protocolo foi desenvolvido com células de camundongos, mas usa materiais biocompatíveis que podem ser adaptados para o estudo de células humanas. Além de estudar doenças do sistema nervoso central num formato mais próximo ao do cérebro, o grupo liderado por Porcionatto busca materiais que futuramente possam recuperar áreas cerebrais lesionadas por traumatismo cranioencefálico ou acidente vascular cerebral (AVC), por exemplo.

Receita

A biotinta é composta de insumos disponíveis no mercado, como a laminina, extraída de bovinos, um componente da matriz extracelular (moléculas que se localizam entre as células). A receita inclui ainda fatores de crescimento para as células, compostos que permitem que sobrevivam em cultura.

Também conta com um produto conhecido como gelatina metacrilada. O insumo é vendido comercialmente no exterior, mas as pesquisadoras o produzem no laboratório a um custo muito inferior ao do importado. Melo recebeu treinamento para produzir a gelatina metacrilada no doutorado, conduzido na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), mais especificamente durante estágio no Programa de Ciências da Saúde e Tecnologia das universidades Harvard e Massachusetts Institute of Technology (MIT), nos Estados Unidos, apoiado por bolsa da FAPESP.

“Em outras composições, uma boa parte das células sobrevivia ao estresse da impressão em 3D e até se tornavam viáveis por um tempo, mas a morfologia dos astrócitos não condizia com a que é vista no tecido vivo. A gelatina metacrilada e a laminina foram essenciais”, diz a pesquisadora.

Depois que passa pelo bico ejetor da impressora, a biotinta, que tem aspecto de um gel, é disposta em camadas. Em poucos dias, os astrócitos começam a se replicar e têm um comportamento similar ao que apresentam no tecido nervoso.

O objetivo agora é aumentar a complexidade do protocolo. Além dos astrócitos, o estudo com SARS-CoV-2 usou uma biotinta com neurônios e uma terceira que combina os dois tipos celulares. Em breve, as pesquisadoras devem incluir na mistura células-tronco neurais.

“A ideia é chegar o mais próximo possível da complexidade do tecido neural. Quando esses protocolos estiverem bem validados com células de camundongos, poderemos criar outros com células humanas. Isso vai servir para uma variedade de estudos, como testar novos fármacos, identificar genes que são expressos durante o desenvolvimento do cérebro, modelar doenças, entre outros”, completa Porcionatto.

 

 

Fonte: FAPESP 21.01.2022

CEO da Abrafarma destaca a importância do farmacêutico para a cadeia de saúde

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No dia do farmacêutico, Sérgio Mena Barreto conta que acredita que os testes rápidos e a vacinação têm elevado potencial de crescimento para o ano

Conhecido por ser um mercado abrangente, as diferentes áreas e possibilidades de atuação do profissional farmacêutico vão desde a indústria até o varejo. Posições ligadas à pesquisa e desenvolvimento, principalmente com foco no lançamento de medicamentos e farmacovigilância, são as áreas mais comuns de atuação.

Para celebrar o dia do farmacêutico, que é comemorado hoje (20/01), preparamos uma entrevista exclusiva com o CEO da Associação Brasileira Redes Farmácias Drogaria (Abrafarma), Sérgio Mena Barreto.

Especialmente neste momento de pandemia, os farmacêuticos reforçaram ainda mais o papel das farmácias como prestadoras de serviços. Como essa realidade faz mudar, gradualmente, a realidade dos profissionais da área?

O modelo de assistência farmacêutica avançada que concebemos em 2015 tem uma proposta que vai além de revitalizar o ponto de venda para transformá-lo em um hub de saúde. Entendemos que o projeto representa um empoderamento da classe farmacêutica. Afinal, são esses os profissionais mais próximos da população e que têm o poder de transformar a saúde no país por meio da atenção primária.

E ainda temos outra consequência positiva desse movimento, que é o incentivo à geração de empregos. Na contramão do mercado de trabalho, as 26 grandes redes associadas à entidade geraram mais de 8,2 mil novos empregos em 2021. Já temos mais de 142 mil funcionários e colaboradores no grande varejo, contra 133 mil de 2019. Isso é um claro reflexo da transformação das farmácias.

Até o momento, quais serviços estão liberados para as farmácias?

As redes contam com uma vasta oferta de atendimentos, o que inclui consultas, procedimentos como exames de glicemia e medição de pressão, vacinas, check-ups e testes rápidos para diagnóstico da Covid-19 e de doenças como dengue e zika. Nos três primeiros trimestres de 2021, as farmácias já realizaram mais de 7,1 milhões de atendimentos.

Ainda em 2022, espera-se a liberação de novos serviços para farmácias? Quais seriam eles?

Acreditamos que os testes rápidos e a vacinação têm elevado potencial de crescimento para 2022. Esperamos que haja novidades.

Como os farmacêuticos devem se preparar para essa nova realidade?

Plataformas educacionais, como as que a própria Abrafarma disponibiliza, são ferramentas importantes à disposição dos farmacêuticos, assim como a programação de roadshows que realizamos periodicamente. É fundamental que a categoria busque com frequência novos conhecimentos técnicos e comportamentais para atuarem como agentes de atenção primária

Até o momento, as redes associadas da Abrafarma contam com quantos consultórios farmacêuticos? O número de salas tende a aumentar em 2022?

Hoje, as redes mantêm mais de 4,3 mil salas clínicas e a tendência natural é de incremento desse número para 2022.

O que esperar para o futuro dos serviços farmacêuticos no País?

Os serviços farmacêuticos representam uma realidade sem volta no país, especialmente após a pandemia, que reforçou a importância das farmácias como centros de assistência à saúde.

Qual a infraestrutura necessária para a farmácia prestar serviços farmacêuticos?

Mena Barreto • Há algumas exigências impostas pelas próprias autoridades regulatórias para habilitar a prestação desses serviços.

Além de transformar as farmácias num braço importante na saúde da população, os serviços farmacêuticos também podem ser positivos para os negócios? Como eles aumentam o fluxo e lucratividade das lojas?

O crescimento de 17% que obtivemos nos três primeiros trimestres do ano, o maior índice desde 2011, revela como os serviços farmacêuticos são relevantes nesse contexto

Neste dia do farmacêutico, qual a mensagem que você deixaria para os profissionais que atuam ou pretendem atuar no varejo farmacêutico?

Os farmacêuticos têm um horizonte amplo para crescer na carreira e valorizar seu papel perante a população. Quem entender esse momento e tiver disposição para assimilar novos conhecimentos terá um caminho promissor pela frente. Vocês são e serão os grandes agentes de transformação da saúde brasileira.

 

 

 

Fonte: Guia da Farmácia 20.01.2022

Mercado de vitaminas deve movimentar mais de R$ 1,4 quatrilhão em 2025

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O mercado global de suplementos alimentares e vitaminas deve testemunhar um crescimento de 7,5% no valor de CAGR (Compound Annual Growth Rate, na sigla em inglês – Taxa de Crescimento Anual Composta, em português)  em um período de dez anos, entre 2015 e 2025.

A saber, a projeção é resultado de um estudo recente publicado pela Future Market Insights (FMI), que estima que o setor deve ultrapassar US$ 252 bilhões (cerca de R$ 1,4 quatrilhão).

No Brasil, houve o aumento de 48% no consumo de suplementos alimentares em 2020 – primeiro ano da pandemia de Covid-19 -, de acordo com indicativos da segunda edição da pesquisa “Hábitos de Consumo de Suplementos Alimentares no Brasil”, realizada pela Associação Brasileira da Indústria de Alimentos para Fins Especiais (Abiad).

Ainda de acordo com a consulta, que compreende as práticas dos consumidores em maio de 2020, 59% das famílias brasileiras têm ao menos um integrante que consome produtos do gênero.

No mesmo ano, então, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) publicou uma instrução normativa com regulamentação específica para os suplementos, que podem incluir em sua composição substâncias bioativas, enzimas e probióticos.

Estimativas positivas para o mercado de  vitaminas

O analista de sistema especializado em sistemas de indústria farmacêutica e diretor administrativo e financeiro da Blow Gummies – empresa que atua com suplementos alimentares voltado para saúde, bem-estar, beleza e autoestima -, Marcelo de Azevedo, destaca que a busca por vitaminas sempre foi expressiva no país, mas se intensificou nos últimos dois anos, com o advento da pandemia.

Fonte: Guia da Farmácia 19.01.2022

Finalmente um exame para diagnosticar e monitorar a depressão?

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Exame de sangue para depressão

Estamos um passo mais perto de contarmos com um exame de sangue que forneça uma marca bioquímica simples para a depressão, além de revelar como estão os efeitos da terapia medicamentosa de pacientes que já estejam sendo tratados da condição.

Steven Targum e seus colegas da Universidade de Illinois em Chicago (EUA) identificaram um biomarcador nas plaquetas humanas que rastreia a intensidade da depressão.

A pesquisa teve como ponto de partida estudos de várias equipes que mostraram, em humanos e em modelos animais, que a depressão é consistente com a diminuição da adenilil ciclase – uma pequena molécula dentro da célula que é produzida em resposta a neurotransmissores como a serotonina e a epinefrina.

“Quando você está deprimido, a adenilil ciclase fica baixa. A razão pela qual a adenilil ciclase é atenuada é que a proteína intermediária, que permite ao neurotransmissor produzir a adenilil ciclase, Gs alfa, está presa em uma matriz rica em colesterol da membrana – uma jangada de lipídios – onde ela não funciona muito bem,” detalhou o professor Mark Rasenick.

Agora, eles identificaram o biomarcador celular para a translocação da Gs alfa de jangadas de lipídios. E esse biomarcador pode ser identificado por meio de um exame de sangue.

“O que desenvolvemos é um teste que pode não apenas indicar a presença de depressão, mas também pode indicar a resposta terapêutica com um único biomarcador, e isso é algo que não existia até agora,” disse Rasenick.

Monitorar o efeito dos antidepressivos

Os pesquisadores acreditam que esse exame de sangue poderá ser usado também para determinar se as terapias com antidepressivos estão funcionando, e dar resultados em um período tão curto quanto uma semana após o início do tratamento – a depressão tem subtipos que não respondem aos antidepressivos.

Pesquisas anteriores mostraram que, quando os pacientes apresentavam melhora nos sintomas de depressão, o Gs alfa estava fora da jangada de lipídios.

No entanto, em pacientes que tomaram antidepressivos, mas não mostraram melhora em seus sintomas, o Gs alfa ainda estava preso na jangada – o que significa que simplesmente ter antidepressivos na corrente sanguínea não era bom o suficiente para melhorar os sintomas.

Atualmente, os pacientes e seus médicos têm que esperar várias semanas, às vezes meses, para determinar se os antidepressivos estão funcionando porque essa avaliação depende dos sintomas do paciente. Quando é determinado que os antidepressivos não estão funcionando, diferentes terapias são tentadas.

Em vez disso, um exame de sangue pode ser capaz de mostrar se o Gs alfa está ou não fora da jangada de lipídios depois de uma semana.

“Como as plaquetas são renovadas em uma semana, você veria uma mudança nas pessoas que iriam melhorar. Você seria capaz de ver o biomarcador que deveria pressagiar um tratamento bem-sucedido,” disse Rasenick.

 

 

 

 

Fonte: Diário da Saúde 18.01.2022

Ômicron pode reduzir gravidade futura da Covid, diz estudo

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Pesquisadores indicam que indivíduos infectados com a nova variante têm resistência frente à Delta

Um estudo científico que usou amostras de 23 pessoas infectadas com a variante ômicron em novembro e dezembro mostrou que, enquanto indivíduos que pegaram a variante delta podem contrair a ômicron, aqueles que foram infectados pela ômicron não podem pegar a delta, segundo os pesquisadores.

Embora a ômicron seja significativamente mais infecciosa do que a delta, dados hospitalares e de mortalidade em países como a África do Sul — o primeiro país a experimentar uma onda de infecções pela ômicron — indicam que a variante causa doenças menos graves. O estudo mostra que a ômicron pode tomar o lugar da delta, disseram pesquisadores liderados por Alex Sigal, do Instituto de Pesquisa em Saúde da África.

“As implicações de tal mudança depende se a ômicron é realmente menos patogênica que a delta”, disseram os pesquisadores. “Se assim for, a incidência de doença grave por Covid-19 seria reduzida e a infecção pode se tornar menos perturbadora para os indivíduos e a sociedade”.

Na África do Sul, as mortes durante a onda de ômicron atingiram o pico em cerca de 15% da taxa observada durante o surto impulsionado pela delta, enquanto as hospitalizações atingiram um pico de 60% do que na onda delta, de acordo com o Instituto Nacional de Doenças Transmissíveis.

Dos 23 participantes, 14 foram internados no hospital, mas apenas um precisou de oxigênio suplementar, disseram os pesquisadores. Dez foram vacinados, seja com vacinas produzidas pela Pfizer ou Johnson & Johnson, mas ainda foram infectados pela ômicron.

A ômicron também foi testada contra 18 amostras colhidas de 14 pessoas previamente infectadas com a delta e mostrou “grande escape” de anticorpos, segundo os pesquisadores.

 

 

 

Fonte: Exame 18.01.2022

Farmácia pode manipular cannabis sem restrição

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A 1ª Câmara de Direito Público do Tribunal de Justiça de São Paulo manteve decisão da 2ª Vara da Fazenda Pública de São José do Rio Preto que concedeu mandado de segurança em favor de farmácia de manipulação Biomagistral Farmacêutica contra ato da Vigilância Sanitária de São José do Rio Preto.

A autoridade sanitária deverá se abster de impor qualquer restrição de autorização ou funcionamento na produção de medicamentos à base de cannabis sativa.

De acordo com os autos, foram impostas restrições à autora da ação com base em resolução da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) que proíbe a manipulação de fórmulas contendo derivados ou fitofármacos à base de Cannabis sp, restringindo a dispensação de tais produtos a drogarias.

“Ao permitir que as farmácias sem manipulação dispensem produtos de Cannabis, [a Anvisa] acabou por realizar indevida distinção entre estas e as farmácias com manipulação, haja vista a ausência de lei que faça a referida discriminação”, afirmou o relator do recurso, desembargador Rubens Rihl.

O magistrado ressaltou que, embora a lei federal nº 13.021/2014 faça distinção entre farmácia de manipulação e drogaria, as atividades das farmácias de manipulação descritas na lei englobam as das drogarias, “de modo que, caso fosse se cogitar alguma restrição, deveria ser esta relacionada às farmácias sem manipulação, jamais o contrário”. Segundo Rubens Rihl, “não se identifica qualquer amparo legal para que seja realizada restrição maior relacionada as farmácias com manipulação, sendo referido discrimen ilegal, devendo ser afastado”.

 

 

 

 

Fonte: Panorama Farmacêutico 18.01.2022

Farmácia da Gente garante distribuição gratuita de medicamentos

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Referência na distribuição gratuita de medicamentos para a população carente de Ribeirão Preto, a Farmácia da Gente realizou, somente em 2021, mais de 17 mil atendimentos, o que representa uma média de 67 atendimentos em cada dia útil do ano.

Mantida pelo Fundo Social de Solidariedade de Ribeirão Preto com doações da comunidade, médicos, propagandistas e distribuidoras de medicamentos do município, a Farmácia da Gente é um programa de distribuição gratuita de remédios que complementa os medicamentos que a Secretaria Municipal de Saúde não distribui na rede pública.

Mariana Jábali destacou que a Farmácia da Gente é um projeto social com alcance muito grande e que atende uma população necessitada de medicamentos. “É um projeto social de alcance muito grande que atende uma população necessitada de medicamentos. Uma doação da comunidade que volta para a própria comunidade, onde todos são parceiros”, disse.

Os medicamentos recebidos em doação passam por uma triagem e, posteriormente, são disponibilizados aos interessados. A população também conta com orientações de farmacêuticos sobre a automedicação e a importância do comprometimento do paciente com o seu tratamento.

Para receber o medicamento gratuitamente é necessário a apresentação da receita médica, comprovante de residência e os documentos pessoais (Carteira de Identidade e número do cadastro na rede pública municipal – Hygia).

Doações do Procon

No início de 2021, o Procon doou 9.525 caixas de medicamentos e insumos hospitalares, através da Ong “Cidadão com Habilitação Educação Saúde Esporte Lazer Campanha de Remédios”.

Referência para outras cidades

Uma comitiva da cidade de Mogi Guaçu/SP visitou o Fundo Social de Solidariedade em junho de 2021 para conhecer o funcionamento do Farmácia da Gente. A intenção é implantar o programa na cidade, no modelo que é realizado em Ribeirão Preto.

 

Fonte: W Sports 12.01.2022

Abbvie anuncia terapia inovadora para câncer do pulmão

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AbbVie anuncia que FDA outorgou ao Telisotuzumabe Vedotin a classificação de terapia inovadora (BDT) para câncer de pulmão de células não pequenas

O anticorpo terapêutico conjugado em fase de pesquisa está sendo estudado em pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas (NSCLC), com o marcador tumoral c-Met em excesso, e previamente tratados.

O estudo da Fase 2 LUMINOSITY (M14-239) está em desenvolvimento e o estudo da Fase 3 TeliMET NSCLC-01 (M18-868) está planejado para começar na primeira metade de 2022.

Atualmente não há terapias aprovadas especificamente para pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas com c-Met expresso em excesso.

Esta é a primeira classificação de “Terapia Inovadora” outorgada pela agência regulatória dos EUA, FDA, para uma terapia em fase de pesquisa da AbbVie para tumor sólido; o portfólio de câncer hematológico da AbbVie conta com 10 classificações BTD (Breakthrough Therapy Designation).

A AbbVie (NYSE: ABBV) anunciou que a agência regulatória dos Estados Unidos, FDA, classificou a terapia em fase de pesquisa telisotuzumabe vedotin como Terapia Inovadora (“BTD”), para o tratamento de pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas, com fator de crescimento epidérmico avançado / metastático, do tipo agressivo, com altos níveis do marcador tumoral C-Met, e que apresentaram progressão da doença durante ou após terapia à base de platina (um dos tratamentos de primeira linha para este tipo de câncer).

O programa de classificação de terapia inovadora da FDA tem por objetivo agilizar o desenvolvimento e revisão de medicamentos que apresentam evidências clínicas preliminares, indicando que o tratamento em pesquisa pode representar um avanço substancial sobre as terapias existentes ou com desfechos clinicamente significativos1.

A despeito dos avanços de tratamentos para câncer, o NSCLC continua como a principal causa de mortalidade relacionada ao pulmão, em homens e mulheres, nos EUA e no mundo. É o câncer mais comum em homens e o terceiro mais comum em mulheres, em todo mundo (31,5% e 14,6% respectivamente) 2. Cerca de 85% dos casos de câncer de pulmão são classificados como de células não pequenas3.

Pacientes com a doença em progressão depois de submetidos a tratamento padrão, incluindo platina, têm limitadas opções terapêuticas e prognóstico pessimista.

“Pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas têm importantes necessidades terapêuticas não supridas e este tratamento em estudo tem potencial para se tornar uma opção adicional para que controlem a doença”, disse o médico Mohamed Zaki, Ph.D., líder global de desenvolvimento clínico em Oncologia da AbbVie. “Este anúncio marca um importante passo em nossa missão de avançar novos tratamentos em oncologia em diferentes tipos de tumor, aprimorando o padrão de cuidado com pacientes com câncer”.

Esta designação BTD é fundamentada nos dados do estudo LUMINOSITY (Estudo M14-239), de Fase 2 em desenvolvimento e que foi estruturado para identificar os grupos com câncer de pulmão de células não pequenas com o marcador c-Met em excesso e com indicação para monoterapia em segunda ou terceira linha, para então expandir para avaliação de eficácia em determinadas populações. A meta primária do estudo é a taxa geral de resposta em ≥ 12 semanas de acompanhamento. Entre os pacientes com fator de crescimento epidérmico, do tipo agressivo, a taxa geral de resposta foi de 53,8% no grupo com alto índice de c-Met e 25,0% no grupo com c-Met médio.

O tratamento também está sendo avaliado em combinação com osimertinibe no estudo em desenvolvimento de Fase 1 M14-237 em pacientes com c-Met em excesso tratados previamente. Além disso, será também avaliado como monoterapia em pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas e c-Met em excesso tratamentos previamente, no estudo de fase 3 TeliMET NSCLC-01 (M18-868).

Telisotuzumabe Vedotin é um anticorpo terapêutico conjugado, em fase de pesquisa, que tem como alvo o marcador tumoral c-Met, um receptor de tirosina quinase que está expresso em excesso em tumores, incluindo o câncer de pulmão de células não pequenas. Telisotuzumabe Vedotin não está aprovado por qualquer autoridade regulatória e sua eficácia e segurança ainda não estão estabelecidas. Atualmente, não há terapias aprovadas especificamente para pacientes com câncer de pulmão de células não pequenas e com c-Met excessivamente expresso.

 

 

Fonte: Pfarma 17.01.2022

Drogal impulsiona sua agenda ESG com iluminação sustentável

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Presente em todo o Brasil por meio do seu e-commerce, a Drogal é uma das principais redes de farmácias e drogarias do país, segundo ranking Abrafarma, contando com mais 230 lojas espalhadas por 92 cidades.

Para dar conta do seu crescimento acelerado, a empresa inaugurou no ano passado um novo centro de distribuição, com capacidade para 17 milhões de itens, onde passou a concentrar os setores de logística e e-commerce da companhia.

Contudo, seu novo local, com uma área de 10.200m², precisa estar bem iluminado 24h por dia para minimizar, não só erros nos processos, como também a chance de acidentes de trabalho, o que demanda uma grande quantidade de energia. Pensando nisso, a rede resolveu investir em soluções de iluminação LED, capaz de fornecer economia, durabilidade e sustentabilidade.

“Desde o início do projeto do novo CD da Drogal começamos a analisar alternativas mais vantajosas e sustentáveis. Em média, a iluminação representa cerca de 20% a 30% do total da energia consumida em um Centro de Distribuição, e é justamente neste tipo de consumo que há espaço para medidas que resultem em economia. Pensando nisso, resolvemos escolher iluminação LED para ajudar a impulsionar a nossa agenda ESG, e foi quando conhecemos as soluções da Varixx”, conta Thiago Cançado, diretor de Expansão e Facilities da Drogal.

A Varixx é uma fabricante de equipamentos e sistemas de eletrônica industrial, que dispõe em seu portfólio de soluções de iluminação sustentável. Por meio da sua marca ONNO LED, já conta com mais 300 modelos comerciais com eficiência luminosa elevada, mais luz com menos energia. Esta tecnologia economiza mais de 75% o uso e consumo, do que a iluminação incandescente e fluorescente. Além disso, possui baixa geração de calor, e não emite radiação ultravioleta e infravermelho.

O CEO da Varixx, Francis Piedade, destaca que investir nessa tecnologia demonstra engajamento alinhado à responsabilidade socioambiental, pois o recurso é livre de metais pesados poluentes como mercúrio e chumbo, e 98% dos materiais são recicláveis. Tornando-se indispensáveis para projetos de iluminação robustos e modernos.

“Dessa forma a iluminação sustentável da ONNO LED ajuda empresas nas agendas ESG, a pouparem recursos valiosos. Como é o caso da Drogal, já que ao invés de gastarem tempo e dinheiro com soluções não ecologicamente corretas, eles podem criar estratégias e investir na expansão da rede, otimizando seus planos futuros com foco na sustentabilidade”, explica o CEO.

 

 

 

 

Fonte: Panorama Farmacêutico 18.01.2022

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